segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Um a linda fada disse:
"Se você não está de acordo com as regras, demita-se e construa as suas regras."


Diante de uma análise mais comportamental, a regra demonstrada na frase pode ser analisada em termos ambientais e comportamentais como uma relação de fuga ou esquiva de estímulos aversivos presentes no ambiente.
É muito mais fácil, admito, sairmos de perto do que nos incomoda, estarmos aliviados longe do que nos chateia que encararmos essa realidade e tentarmos redirecionar nossas atitudes e pensamentos, buscando condições para modificação e habituação do/no contexto comportamento/ambiente.


Aí fica minha pergunta pra linda fadinha:


Esse parece ser o caminho mais fácil, mas é o mais seguro e benéfico?


Reflita!

quinta-feira, 14 de outubro de 2010




Pensando pra lá e pra cá, lembrei de uma frase...
Uma moça adorava ler "O Guia do Mochileiro das Galáxias",
e em meio às suas leituras, enfatizou a seguinte frase encontrada ali:

"Não é o bastante ver que um jardim é bonito sem ter que acreditar também que há fadas escondidas nele?"

Eu então fiquei pensando sobre isso, pensei sobre a natureza, pensei em muitos por-do-sol que já vi, nas várias fases em que já vi a lua, no mato, em muitos rios e igarapés que havia nadado e pescado... no final pensei nos jardins que já tinha visto.

Quando eu penso em jardim me lembro daquele filme "Um jardim secreto", e me lembro também daqueles jardins pendurados, ou melhor suspensos, na Babilônia...


Lembro do lindo jardim da casa de minha amiga Mabell e o jardim da minha casa no interior...

Não posso esquecer que aquela moça quis questionar-nos com aquela frase retirada do guia, não posso fugir então de respondê-la, não uma resposta para a moça que enfatizou aquela frase, mas uma resposta a mim mesma...

Então penso, logo escrevo, que:

Se a natureza é capaz de compor paisagens, reunir seres vivos num só espaço, cada um com uma coloração diferente, com tonalidades distintas, flores, plantas, frutos, sementes, aves, e até mesmo construir uma espécie capaz de parar para escrever sobre isso, capaz de perceber um jardim ou qualquer outra paisagem dessa natureza, o que há de errado em uma espécie que quer ver ainda mais que isso, que quer e pode ir além, acreditando existir sempre algo a mais que se possa enxergar, mesmo que seja pela imaginação?

Não, moça, não é suficiente!

Para você pode ser o suficiente ver o jardim bonito sem acreditar em mais nada...
para mim, se eu posso ver mais que isso, eu quero acreditar nisso e usar este poder dado a mim, a imaginação ou fé, para ampliar ou recriar o que eu quiser!



segunda-feira, 11 de outubro de 2010

"Ninguém é definível numa só dimensão, num só conjunto de qualidades e defeitos. Todo ser é uma intersecção de adjetivações diferentes e até opostas..."